

Rede de Inteligência e Construção Coletiva
Bem-vindo(a) ao site da RICC, aqui será apresentado o projeto de uma rede social pensada em interligar redes de cidades inteligentes para oferecer uma experiência super-inteligente de organização social e gestão pública colaborativa para as cidades e o mundo.
Aqui será apresentado o projeto, para atrair colaboradores e recursos, não sendo a materialização da rede de fato.
Este projeto revolucionário buscará abrir portas para uma democracia participativa superinteligente condizente com os avanços tecnológicos deste século, buscando unir a ciência, a sociedade e a política em um espaço comum para unirmos todo nosso potencial para sanar as graves crises socioambientais que enfrentamos.
Oferecendo meios para solucioná-las com a urgência que o planeta e os mais pobres anseiam, utilizando todo potencial de conhecimento e tecnologia a nosso favor.
Por que precisamos pensar novas formas de organização para o século XXI?
Nosso modo de organização tem colocado nossas vidas e a do planeta em risco.
Um relatório recente do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas apontou que, nosso planeta desencadeará eventos catastróficos com 2°C de aquecimento global. Gerando um efeito dominó, onde a crise de um sistema, desencadeará crises sérias, em outros sistemas, tornando-se irreverssível o quadro da crise climática, que ficará mais grave a cada ano.
Outro estudo da Organização Meteorológica Mundial (OMM) nos mostra que há 50% de chance da temperatura média global ultrapassar 1,5ºC em 2026.
Ou seja, devemos mudar radicalmente nossa forma de organização, se quisermos reverter o risco da crise climática.
Devemos compreender que o sistema econômico que rege nossas lógicas de organização, trabalha na lógica de extração, produção, consumo e descarte infinito de recursos materiais. Uma lógica totalmente insustentável em um planeta com recursos finitos. Isto está causando uma grave crise ambiental e climática, que está nos levando a passos largos para o colapso.
Deveríamos nos perguntar afinal, de que adiantará todos os avanços que a humanidade conquistou ao longo de toda sua história, se não tivermos um planeta saudável para habitar?
Será que podemos criar um modelo de organização capaz de gerar abundância para todos, em equilíbrio com o planeta? De forma realmente inteligente e ecológica?
Há outro futuro possível?
Este é um momento crucial da nossa jornada aqui na Terra, podemos escolher entre sanar as graves crises que enfrentamos ou nos aprofundar ainda mais nelas, se não mudarmos radicalmente o que está originando estas crises.
Precisamos de um modo de organização que compreenda o funcionamento do planeta, e seja capaz de trabalhar em sintropia com ele. Gerando abundância em equilíbrio com o todo. Tornando o atual modelo de organização, obsoleto, por se mostrar insustentável e incapaz de atender as demandas socioambientais deste milênio.


Nosso planeta, é o mais rico que temos conhecimento, mas vivemos em um sistema que não consegue aproveitar com sabedoria esta oportunidade única no universo.
Perseguimos há um bom tempo, o objetivo de criar um mundo próspero para todos, sem fome, sem violência, sem desigualdade, sem destruição ambiental, mas parece que estes objetivos são inalcançáveis no sistema em que vivemos, pois, nunca chegamos perto de alcançá-los.
Pelo contrário, estamos criando um mundo de escassez, onde as futuras gerações têm cada vez menos acesso a um mundo saudável, com recursos naturais preservados e ecossistemas equilibrados.
Há um ditado que diz, “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa, esperando resultados diferentes”.
Porém, é exatamente o que estamos fazendo, estamos sustentando o mesmo modelo que tem causado as graves crises que enfrentamos, esperando o milagre de criarmos com isso um mundo sustentável.
Isso precisa mudar urgentemente se quisermos ter alguma chance de proporcionar um mundo próspero para nós e as futuras gerações.
Contudo, não podemos esperar que a mudança venha daqueles que estão no poder e se enriquecem com o caos atual, pois, não querem abrir mão de seus privilégios.
Para não dependermos dos governantes e das maiores empresas para guiar nosso futuro, precisamos expandir nossa visão para novas possibilidades, devemos compreender que é possível nos organizarmos de uma forma realmente inteligente, emancipadora e ecológica, com auxílio da tecnologia atual.
Conscientização e cooperação são fundamentais para uma transição ecológica
É fato que precisamos mudar nossa forma de viver aqui neste mundo, mas como?
Esta é a grande questão.
Precisamos difundir esta discussão e estas informações sobre o momento que estamos vivendo e o potencial de criarmos um mundo muito mais próspero com o conhecimento que temos.
É preciso criar um meio de comunicação que abarque o máximo de pessoas do mundo inteiro, para de forma didática e baseada na ciência, seja apresentado dados que nos mostrem a gravidade da crises que vivemos e nosso potencial de saná-las, para compreendermos de que temos o potencial de construir um mundo próspero para todos com o conhecimento e tecnologia que temos disponível.
Este é um processo fundamental para que a humanidade tenha consciência de que outo mundo é possível, se trabalharmos em coletivo, com as tecnologias que podem nos auxiliar a construir um mundo próspero para todos de forma emancipadora, sem depender de estruturas e instituições que se mostram parte do problema.
Vivemos em meio a era das tecnologias da informação, que nos oferece a oportunidade inédita de contar com grandes ferramentas de gestão do conhecimento e comunicação, que podem nos ajudar de maneira revolucionária a superar os desafios deste século, mas que ainda são muito pouco exploradas para nos auxiliar em uma organização social inteligente e uma gestão pública colaborativa.


Cidades inteligentes, uma tendência global
Apesar dos desafios atuais, vemos nascer inúmeras iniciativas que buscam colaborar para a construção de um mundo mais próspero, dentre elas, estão as iniciativas que buscam construir cidades inteligentes.
O conceito de cidades inteligentes pode ser muito amplo, mas podemos dizer que o conceito gira em torno da ideia de empregar a Internet das Coisas na gestão da cidade, isto é, conectar cidadãos e gestores da cidade à estrutura e serviços que os cerca, de maneira virtual, para facilitar o acesso e participação da população aos serviços da cidade.
Estas tecnologias podem proporcionar soluções que otimizem a mobilidade urbana, a gestão de resíduos, o saneamento, a acessibilidade, o uso de energias limpas, o acesso à cultura, lazer, entretenimento, participação popular na gestão e muito mais. Estabelecendo conexões e processos que contribuem para a formação de uma cidade conectada, participativa e inteligente. Com diferentes recursos ligados à internet, junto de sensores e outros dispositivos que monitoram as atividades da cidade, inúmeros dados são produzidos para auxiliar a gestão pública.
Estes dados podem ser utilizados para uma série de processos, como gerar relatórios que ajudem na tomada de decisões de um projeto urbano, informar os motoristas sobre o tráfego, automatizar atividades e alertas contra desastres climáticos, melhorar a assistência à serviços de segurança e saúde, programar dispositivos de inteligência artificial para dinamizar as relações como um todo, proporcionar coesão social para ações coletivas, auxiliar na gestão dos recursos e muito mais.
Com estas ferramentas em prática a cidade pode poupar tempo, energia e recursos financeiros inimagináveis, que podem ser destinados à melhoria da saúde e educação, por exemplo.
As tecnologias voltadas para as cidades inteligentes são cada vez comuns e escaláveis, sendo tendência global, um caminho sem volta para um mundo em crises que precisa de tomadas de decisões inteligentes.
REDES INTERLIGADAS TRABALHANDO EM SINTROPIA PARA A PROSPERIDADE PLANETÁRIA E REGENERAÇÃO DOS ECOSSISTEMAS
Com estas redes se popularizando, a democracia representativa como conhecemos, perderá força, pois, ficará cada vez mais evidente, sua incapacidade de gerir com eficiência os recursos públicos e explorar o potencial de conhecimento da humanidade para colocar as melhores soluções em prática para sanar as graves crises socioambientais que enfrentamos.
Podemos com isso imaginas a criação de redes de comunicação e gestão para cidades inteligentes, interligadas e compartilhadas em todo o mundo, com processos e mecanismos inovadores para termos uma gestão pública colaborativa e uma organização social superinteligente e participativa.
Para unir estas redes e aumentar seu potencial de ação, foi pensado o projeto da Rede de Inteligência e Construção Coletiva (RICC), uma rede de organização do conhecimento, comunicação, organização social e gestão pública colaborativa, revolucionária.
Esta rede funcionará como uma rede social, para nos auxiliar na construção coletiva de um mundo próspero para todos, utilizando a tecnologia disponível para conectar a humanidade, seu conhecimento coletivo e a política, em um espaço comum.
Possibilitando a união entre a sociedade a política e a ciência, que estão tão distantes nos dias de hoje e são tão fundamentais estarem unidos para conseguirmos nos organizar e encontrar os melhores caminhos para construirmos um mundo próspero para todos, formando uma espécie de cérebro global, em defesa da prosperidade humana e regeneração planetária.
A RICC buscará criar uma rede entre as cidades e universidades, cientistas, centros de pesquisa e cidadãos, para juntos termos a compreensão dos problemas que enfrentamos e nosso potencial para saná-los.
Esta rede também pode ser vista como um aplicativo guia para o cidadão planetário compreender a condição da região em que vive e do mundo como um todo, com os problemas que enfrentamos, o que estamos fazendo para melhorar nossas vidas, quais as melhores soluções disponíveis, qual o recurso que temos disponível para ser investido, quais obras já estão sendo realizadas, poderemos ver também simulações das possíveis soluções sendo postas em prática para compreendermos seus impactos a curto, médio e longo prazo, com salas de diálogo, para analisarmos e votarmos sobre as soluções propostas, para juntos cooperarmos para a construção de um mundo próspero para todos.
Trabalhando 24h por dia, para garantir uma abordagem sistêmica, contínua e progressiva na resolução dos problemas de nossas cidades e do mundo. Não desperdiçando energia e recursos, com a má gestão, corrupção, sabotagem de projetos entre um governo e outro, dentre outros problemas do modelo atual.
